BENEFÍCIOS PARA A SAÚDE CARDIOVASCULAR  (BEM-ESTAR E SAÚDE) escrito em segunda 05 abril 2010 22:27

 

 Exercícios devem ser realizados com moderação e orientação de especialista

A atividade física promove uma série de benefícios à saúde, desde que realizada com moderação e com a devida orientação médica. Os exercícios físicos reduzem os níveis de insulina no sangue e de triglicérides, aumentam o HDL (bom colesterol), melhoram a circulação sanguínea nas pernas, além de ser coadjuvantes no tratamento da insuficiência cardíaca.

“Antes de iniciar a prática de exercício, é importante passar por uma avaliação física completa com exames bioquímicos que verificam a presença de risco cardiovascular. Dependendo do quadro clínico, idade e a existência de agentes desencadeantes para a doença arterial coronariana, o próximo passo é a realização de ecodoppler de estresse ou teste ergométrico”, explica dr. Paulo Moreira, presidente da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo Regional Marília.

Não existe limite de idade para iniciar a prática de exercícios regulares, de intensidade leve a moderada. Para calcular a intensidade do exercício aeróbio é necessário o uso de fórmulas ou se nortear pelo teste ergométrico. A associação de programa aeróbio leve-moderado com programa de exercícios resistidos com baixa carga, duas ou três vezes por semana, se mostra mais eficaz no controle de fatores de risco metabólico e não são danosos à saúde cardiovascular.

“O indivíduo deve realizar atividades que sejam prazerosas a ponto de manter a prática regular. A caminhada, por exemplo, é uma atividade aeróbia fácil de seguir, dependendo apenas de roupas adequadas e de um bom tênis, mas outras atividades também são bem-vindas”, comenta o prof. dr. Paulo Henrique Waib, responsável pelo Centro de Pesquisas em Hipertensão e Metabolismo da Faculdade de Medicina de Marília

Adultos jovens que praticam exercícios de alto nível ou até profissional; aqueles partir dos 35 anos, especialmente se não havia prática prévia de atividade, com atenção especial após os 60 anos, fazem parte do grupo que precisa de orientação médica prévia.
Portadores de doença coronariana ou cardíaca ou com suspeita destas patologias devem procurar um cardiologista. Em casos que existe histórico de risco cardiovascular, o indivíduo deve fazer uma avaliação clínica anual, no mínimo. Em casos comprovados, além da avaliação inicial pré-atividade, a cada três ou quatro meses podem ser solicitados exames complementares.

Benefícios da alimentação
Comer muitas verduras, legumes, frutas, carnes magras e pequenas porções diárias de arroz com feijão contemplam uma dieta ideal para a saúde cardiovascular. Com nutrientes bem variados e que se complementam, um prato que contenha pelo menos cinco cores, e de acordo com a pirâmide alimentar, é saudável, rico em vitaminas e forma uma refeição completa.
O cálculo da quantidade de calorias diárias necessárias deve se adequar ao gasto calórico com exercícios, à massa corporal atual e àquela que pretende atingir.

Em pacientes hipertensos, por exemplo, a atenção com o sal deve ser redobrada, assim como os portadores de dislipidemias, e devem evitar o consumo de gorduras saturadas e trans, responsável pela gordura abdominal, fator para evolução do diabetes, insuficiência cardíaca, angina e dor no peito.

Fonte: A Tribuna do Mato Grosso

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O VÍCIO DA ATIVIDADE FÍSICA  (BEM-ESTAR E SAÚDE) escrito em segunda 05 abril 2010 22:20

O "barato" do atleta é comum entre aqueles que fazem atividades prolongadas, como é o caso dos corredores de longa distância, e é descrito como uma sensação de euforia, bem estar, e alteração da percepção do tempo e espaço.

Essas sensações não costumam ser descritas entre os atletas de atividades de curta duração como os velocistas e em esportes que exigem frequente mudança da demanda de força e ritmo da atividade, como é o caso do futebol, basquete, tênis, etc. Curiosamente, não há descrição na literatura desse "barato" entre nadadores, apesar da natação ser um esporte com ritmo regular e repetitivo como a corrida. Já existem evidências apontando que a corrida é especialmente associada a essa sensação de prazer, em parte por causa dos repetidos traumas na pele que promovem a liberação de substâncias que agem tanto no sistema nervoso central como no periférico.

Até a década de 60, acreditava-se que o "barato" do atleta era decorrente do aumento dos níveis de catecolaminas, substâncias da linha da adrenalina. Com a descoberta da endorfina, que é como se fosse um tipo de morfina produzida pelo próprio corpo, passou-se a acreditar que todo o "barato" do atleta podia ser explicado pelo aumento dos níveis de endorfina no sangue, criando-se então um mito popular sem comprovações científicas.

No ano de 2003, foi demonstrado que o exercício físico é capaz de ativar o sistema endocanabinóide e isso transformou radicalmente o entendimento do "barato" do atleta. Esse sistema é composto de receptores chamados de canabnóides, e estão distribuídos não só no cérebro e nervos periféricos, mas também no pulmão, na pele e nos músculos. No cérebro, seu efeito maior é o de inibição da atividade dos neurônios e a anandamida é o neurotransmissor que se liga aos receptores canabnóides do cérebro mais estudado. São nesses receptores que age o princípio ativo da maconha (tetrahidrocanabinol), e os efeitos são bem semelhantes aos da anandamida.[14]

Já é bem reconhecido que a ativação do sistema endocanabinóide estimula o sistema de recompensa cerebral, que é ativado toda vez que fazemos algo que dá prazer e sinaliza ao cérebro que vale a pena repetir a experiência quando esta é prazerosa. A relação entre esses dois sistemas sugere que os endocanabinóides são fortes candidatos para explicar o vício em exercício físico que algumas pessoas desenvolvem. Nesse contexto, vício significa que ficar alguns dias sem atividade física pode levar a sintomas como ansiedade e alterações de humor, e isso pode acontecer mesmo entre as pessoas que praticam atividade física sem exageros, sem compulsão. Nos casos de comportamento compulsivo, o vício na atividade física passa a ser algo negativo, pois começa a comprometer outras dimensões da vida, como por exemplo, o convívio com a família. Felizmente, na grande maioria das vezes, esse vício é um grande aliado da saúde física e mental.

por Ricardo Teixeira (Doutor em Neurologia pela Unicamp)

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CORRIDA ANTES, DURANTE E PÓS GESTAÇÃO  (GESTAÇÃO E PÓS-PARTO) escrito em segunda 05 abril 2010 22:10

Uma boa armadura
A gravidez tardia oferece mais riscos às mulheres; mas a corrida antes, durante e depois da gestação fortalece o corpo e aumenta a auto-estima da futura mamãe

Desde que as mulheres ganharam mais espaço no mercado de trabalho –e no mundo–, começaram a expor e a cuidar mais do corpo, os princípios –assim como as prioridades– mudaram. Casamento, relação estável e o peso de carregar uma barriga por nove meses foram, gradativamente, perdendo espaço para as conquistas pessoais, profissionais e estéticas. Hoje, o número de mulheres que decide ter o primeiro filho após os 40 anos aumentou em 50%, quando comparado há dez anos.

No Brasil, segundo dados do Ministério da Saúde, a proporção de nascimentos em mães com 40 anos ou mais passou de 1,75%, entre os nascidos vivos em 1996, para 1,95% em 2002. Ou seja, um crescimento de 11% em apenas seis anos. Em São Paulo, esse aumento é o dobro da média nacional.

Segundo a médica obstetra Tânia Regina Schupp, doutora pela Faculdade de Medicina da USP e professora do departamento de obstetrícia da Faculdade de Medicina da USP, a mulher que atualmente opta por engravidar após os 40 anos necessita conhecer plenamente os fatores associados ao maior risco para a mãe e a criança. "Desse modo, ela pode buscar assistência médica adequada e especializada e também planejar o nascimento", explica.

Principais riscos da gravidez tardia

:: Maior chance de aborto. Em geral, 60% dos abortos após 40 anos são relacionados à má formação fetal.

:: Mais chances de o bebê nascer com Síndrome de Down. “O óvulo da mulher esperou 40 anos para sofrer uma mutação genética. Estima-se que uma em cada cem mulheres tenha um bebê com a síndrome”, explica a médica.

:: Possibilidade de ter diabete e hipertensão gestacional.

:: Indisposição e mais dores musculares.

Mãe aos 40, corpinho de 20
E, até para encarar o puxado ritmo da rotina feminina –que tende a diminuir quando a decisão de engravidar surgir–, a atividade física é importante. Quando a cegonha chegar, sustentar o barrigão ficará muito mais fácil. “Uma mulher com bom preparo físico e rígida aos 40 anos, pode ter mais capacidade para enfrentar uma gravidez do que uma de 20, fumante, sedentária e com maus hábitos alimentares e de vida”, afirma Antônio Aleixo Neto, professor-adjunto de ginecologia e obstetrícia da Faculdade de Medicina da UFMG e mestre em saúde pública por Harvard.

Segundo a treinadora Adriana Piacsek, da assessoria TPM (Treinamento para Mulheres), com o passar dos anos, a mulher sofre perdas significativas de massa magra e óssea e a corrida, por ser uma atividade de impacto, ajuda a manter o ganho de massa, deixando a mãe mais preparada para a gestação. “Mas isso independe da idade. Uma mulher que pratica atividade física regularmente e decide engravidar passará, de uma maneira geral, por um período de gestação melhor do que uma mulher, na mesma idade, sedentária.”

Cuidados indispensáveis
O organismo feminino está no auge da sua fertilidade e da boa capacidade física na faixa entre os 20 e 30 anos. Com o passar da idade, vai ocorrendo maior desgaste de vários órgãos e estruturas, o que pode comprometer o bom andamento da gravidez. Como a gravidez exige muito da parte física, a corredora vai ter um condicionamento melhor para enfrentar esse período, do que uma grávida sedentária.

“Mas o exercício físico não influi em nada sobre os problemas genéticos; não aumenta nem diminui as chances de o bebê nascer com alguma síndrome”, afirma Tânia, professora da USP.

Segundo Adriana, a atividade física servirá para minimizar o inchaço, controlar o peso, elevar os níveis de serotonina – hormônio responsável pela sensação de bem-estar– e fazer a mãe se sentir bem e saudável. “Consequentemente o bebê também se favorece com tudo isso.”

A arquiteta Cláudia Dias, 44, planejou a gravidez e, como foi alertada de que a gestação corria alguns riscos por causa da idade, começou a praticar um esporte que gostasse. “Pensei em outras atividades, mas encontrei na corrida um exercício leve, prazeroso, não muito caro e mais simples, já que eu posso correr na rua na hora que quero”, conta.

Ela não sabe como teria sido se não tivesse dado as muitas passadas antes de engravidar, mas garante que não se arrepende das horas perdidas com a corrida.

O médico Aleixo Neto, ressalta ainda que a futura mamãe que tem no histórico a prática de exercício físico terá menos problemas com o aumento descontrolado de peso. “É evidente que uma mulher não necessita ser uma atleta para uma gravidez saudável. Bastam alguns cuidados básicos: exercícios aeróbicos leves, alimentação saudável, hábitos de vida adequados”, diz.

Benefícios da corrida para mamães e bebês

:: Maior chance de parto normal;

:: Aumento do bem-estar maternal, senso de controle e energia;

:: Controle do excesso de peso e retorno mais rápido ao peso inicial (antes da gravidez);

:: Controle da perda da densidade dos ossos durante o período de lactação;

:: Os bebês nascerão com menos gordura, o que minimiza riscos de doenças cardiovasculares;

:: As crianças nascem mais calmas e sofrem menos com cólicas intestinais.

Fonte: pesquisa do American College of Obstetricians and Gynecologists, de 2002, publicada pelo American Collegue of Sports Medicine, em 2006

Fonte: O2

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POR QUE TEMOS CAIMBRA?  (BEM-ESTAR E SAÚDE) escrito em domingo 28 março 2010 17:26

Você corre por quase duas horas e de repente eis que surge aquela dor lancinante na perna, o músculo da panturrilha repuxa e parece que o sofrimento nunca vai terminar, até que... a dor simplesmente vai embora, assim, do mesmo jeito que veio. “Aparentemente a câimbra não tem nenhuma função, só causa dor”, diz o médico e vice-presidente da Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte, Jomar de Souza. Ela é uma contração involuntária do músculo para a qual a ciência não consegue definir uma causa ainda. Pode acometer qualquer músculo do corpo, mas “acontece principalmente na parte inferior, mas especificamente, na panturrilha”, diz.

O médico diz que atualmente existem duas teorias mais aceitas sobre as causas da câimbra, embora nenhuma delas seja totalmente comprovada: “A primeira sugere que a contração dos músculos ocorre pela desidratação, quando a pessoa faz muita atividade física sem repor principalmente água e minerais”. A outra hipótese indica que a câimbra ocorre devido ao acúmulo de ácido lático nos músculos. “O sujeito menos treinado acumulariam mais ácido entre os músculos durante atividades físicas pesadas, isso causaria a dor.”

Existe ainda o caso de atletas, bem preparados, com condição cardíaca boa, bem hidratados e que mesmo assim sentem a contração. Para Souza, “isso acontece quando o atleta força um músculo diferente do habitual. Um nadador, acostumado a usar muito os braços, pode ter câimbra ao correr uma maratona, onde precisa muito mais das pernas.”

Mesmo sem as causas específicas, existem orientações gerais para tentar evitar a dor da câimbra: alongar antes de fazer exercícios, hidratar-se durante atividades longas e não partir para atividades intensas sem treinamento gradual. “Se a câimbra tiver algum sentido, talvez seja uma espécie de defesa do organismo para dizer que a atividade vai além do que aguentamos”, diz o especialista.

Existe ainda a câimbra noturna, não relacionada a exercícios, que requer mais atenção. “Quando a pessoa não fez atividades intensas imediatamente antes de dormir e sente contração dos músculos durante o sono, ela deve procurar um médico para fazer o diagnóstico, pode ser alguma síndrome neurológica”, diz Souza. Vale lembrar banana não combate câimbra. “A banana ajuda a repor carboidratos e alguns minerais, mas, como não sabemos as causas da câimbra, não é garantido que a fruta funcione como prevenção”, diz.

Fonte: Revista Galileu

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PERFORMANCE X HORÁRIO  (TREINAMENTO) escrito em domingo 28 março 2010 17:16

Pronto para malhar? Antes, olhe o relógio

Um pequeno grupo de pesquisadores tem estudado a performance em exercícios físicos segundo o horário do dia, tendo chegado a fazer estudos de frequências cardíacas.

É possível que alguns atletas sejam mais ou menos eficientes, dependendo do horário? A triatleta Tara Martin não consegue fazer sua frequência cardíaca subir pela manhã. O nadador Richard Friedman disse que sua frequência cardíaca sempre é mais baixa no início do dia.

Após pesquisar meus próprios padrões de exercícios -frequência cardíaca alta à noite e baixa de manhã em sessões de exercícios idênticas-, perguntei a William Haskell, pesquisador de exercício físico e professor emérito de medicina na Universidade Stanford, se eu tinha "descoberto" um fato já conhecido sobre frequências cardíacas. Mas ele não soube responder.

William Roberts, ex-diretor da Faculdade Americana de Medicina Esportiva e médico de família na Universidade de Minnesota, disse que é "uma pergunta difícil". "Não tenho uma boa explicação fisiológica do fenômeno que você descreve", acrescentou.

Um pequeno grupo de pesquisadores tem estudado a performance em exercícios físicos segundo o horário do dia, tendo chegado a fazer estudos de frequências cardíacas.

E o resultado é que não apenas o desempenho é melhor no final da tarde e início da noite, como, contrariando o que os fisiologistas do exercício poderiam prever, as frequências cardíacas também são mais altas para o mesmo esforço feito nesse horário.

Estudo recente conduzido por Thomas Reilly e seus colegas na Universidade Liverpool John Moores (Reino Unido) constatou que as frequências cardíacas máximas e submáximas são mais baixas pela manhã, mas que a percepção que as pessoas têm da intensidade do exercício é a mesma pela manhã e mais tarde no dia.

Em artigo, Reilly e seu colega Jim Waterhouse também notaram que os melhores desempenhos de atletas, incluindo recordes mundiais, costumam acontecer no final da tarde ou início da noite.

Greg Atkinson, também da Universidade Liverpool, disse que alguns pesquisadores, observando que a frequência cardíaca quando se malha é mais baixa de manhã, calcularam que as pessoas devem estar mais eficientes de manhã. Isso significaria que é mais fácil exercitar-se no início do dia. Para mim, é claro, pareceu que é mais difícil, mas é possível que eu estivesse me iludindo. Na realidade, não, disse Atkinson.

É realmente mais difícil exercitar-se de manhã. "A maioria dos componentes do desempenho esportivo [força, potência, velocidade] é pior no início da manhã", ele disse por e-mail. "De modo geral, os índices de esforço percebido durante exercício revelam ser mais altos no início da manhã."

"Se você se exercita mais tarde durante o dia, seus músculos estão mais flexíveis e fortes, e seu coração e pulmões estão mais eficientes", disse Michael H. Smolensky, especialista em cronobiologia, o estudo do relógio do corpo.

"Uma frequência cardíaca de 140 de manhã é indicativa do mesmo nível de esforço em uma sessão de exercícios quanto uma sessão feita à tarde?", perguntou Smolensky, professor visitante do Centro de Ciências da Saúde da Universidade do Texas em Houston. "Eu diria que não", acrescentou.

"Os fisiologistas do exercício dizem que deveríamos conseguir um desempenho de mesmo nível com frequência cardíaca de 140 pela manhã quanto conseguimos à tarde ou no início da noite. Mas os cronobiólogos dizem que nossa capacidade de gerar e tolerar uma frequência cardíaca mais alta é melhor mais tarde no dia." "À tarde e à noite, nos encontramos em um estado biológico diferente", disse Smolensky.

Ele acrescentou que isso se aplica a pessoas que fazem exercícios regularmente, malhando intensivamente três ou mais vezes por semana.

Pessoas que não fazem exercícios regularmente, disse Smolensky, exigem mais de seus corações quando se exercitam pela manhã, de modo que suas frequências cardíacas são mais altas nesse horário.

Smolensky disse ainda que as pessoas que apresentam risco de ataque cardíaco deveriam planejar suas sessões de exercício para a tarde ou o início da noite. "Meu conselho é treinar no momento em que sua eficiência biológica está mais alta, o que, para a maioria das pessoas, é o final da tarde ou início da noite", disse ele. "Outros dizem que, se você malhar quando sua eficiência biológica está mais baixa, a malhação será mais intensiva."

do The New York Times

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